Em poucas palavras.
- Escolhe imagens que ajudem a explicar a tua intenção.
- Diz o que gostas em cada referência.
- Deixa espaço para a proposta artística da Stephany.
Às vezes, a dificuldade não está em encontrar imagens de tatuagens. Está em perceber quais delas explicam realmente aquilo que gostávamos de fazer. Uma pasta cheia de referências pode ter ideias bonitas e, ainda assim, deixar por dizer o mais importante.
Na LUMI, a Stephany analisa as referências como parte de uma conversa personalizada. Este guia sugere uma forma simples de organizar as tuas escolhas antes de enviar o pedido.
Percebe o que te fez guardar a imagem.
É o desenho em si? A leveza das linhas? O espaço que deixa entre os elementos? A zona do corpo? Tenta separar essas razões. Podes gostar da composição de uma fotografia e preferir a escala de outra. Explicar essa diferença ajuda mais do que enviar muitas imagens sem contexto.
Não precisas de fazer uma análise técnica. Uma frase como “gosto das folhas, mas queria algo menos comprido” já dá uma indicação concreta. Outra possibilidade é dizer o que não queres. Essas preferências também fazem parte da ideia.
Escolhe poucas referências que se complementem.
Podes começar pelas imagens que melhor representam o que procuras. Se duas mostram exatamente a mesma coisa, talvez uma seja suficiente. Se apontam para caminhos muito diferentes, explica que ainda estás a escolher entre eles.
Não é preciso resolver essa dúvida sozinha. A seleção é um apoio para a Stephany perceber o teu ponto de partida, e não um teste a que tenhas de responder corretamente. Também podes enviar uma fotografia de um detalhe pessoal que faça parte da ideia, quando for adequado partilhar.
Junta o contexto que já tens.
A zona do corpo e o tamanho aproximado ajudam a enquadrar o pedido. Quando ainda não estão decididos, podem continuar em aberto. Indica as preferências que já tens, sem as transformar em condições que não queres realmente fixar.
A mesma intenção pode conduzir a propostas diferentes. A Stephany considera o enquadramento no corpo, os detalhes e as possibilidades do trabalho. Por isso, a análise das imagens acontece juntamente com a descrição da tua ideia.
Leitura relacionadaPensar o tamanho e a zona em conjuntoDá espaço a uma proposta pessoal.
Uma referência não é uma obrigação de repetir o desenho. Na LUMI, os trabalhos são personalizados ou adaptados ao estilo da artista. O que envias ajuda a perceber uma direção. A proposta final pode ser diferente da fotografia que serviu de inspiração.
Se existe um elemento que queres mesmo preservar, explica o motivo. Se a tua prioridade é a sensação de delicadeza, também vale a pena dizer. Assim, a conversa distingue aquilo que é essencial para ti daquilo que pode ser ajustado.

Revê antes de partilhar.
Antes de enviar, confirma se as imagens correspondem ao pedido e se a descrição deixa claro o que te atrai nelas. Usa apenas os ficheiros necessários. Documentos, dados de saúde e fotografias íntimas não pertencem ao campo de referências do formulário comercial.
No website da LUMI, podes selecionar fotografias para acompanhar a tua ideia. Segue a indicação apresentada no momento do envio, porque selecionar um ficheiro não significa que já tenha sido entregue. Se escolheres o WhatsApp, confirma também que as referências seguem na conversa.
O melhor conjunto de referências não é o mais longo. É aquele que permite começar uma conversa clara sobre algo que queres tornar teu.
Dúvidas frequentes.
Posso enviar referências de estilos diferentes?
Sim, podes explicar que ainda estás a escolher uma direção. A Stephany analisa o que procuras e as possibilidades do trabalho.
Posso pedir apenas algo delicado, sem um desenho definido?
Podes começar por essa preferência. Partilhar um tema, uma zona ou uma imagem de que gostas ajuda a dar contexto à conversa.

Stephany Ribeiro
Artista e fundadora da LUMI. Fine line, micro realismo, minimalismo e um olhar atento ao detalhe.
Conhecer a Stephany



